O Rio de Janeiro precisa muito de sua ajuda.
Muitas pessoas perderam seus bens materiais essenciais: colchões, cama, roupas, panelas, fogões, comida, roupa de cama, calçados, enfim, tudo o que é necessário em uma casa. Outros perderam suas casas e terão que recomeçar novamente.
Você que está lendo este texto ajude as pessoas que estão vivendo este momento de dor e sofrimento, as perdas de entes queridos pouco podemos fazer para amenizar a dor da perda, a não ser dar um abraço, encorajar com palavras de esperança, escrever uma carta; mas bens materiais podemos doar.
Se tens em casa que não vai lhe fazer falta, doe roupas de crianças, de adultos, roupa de cama, fraldas para bebês, fraldas para idosos, panelas, produtos de higiene pessoal e higiene da casa, material de construção de qualquer tipo, calçados, alimentos não perecíveis, remédios, ataduras(nas unidades de saúdes e hospitais de campanha, postos de polícia e exército), água, (precisa-se de muita água para beber), qualquer coisa que você tenha e não vai lhe fazer falta, doe, Deus lhe retribuirá e o mais importante: DOE SANGUE, procure uma unidade do HEMOCENTRO mais próxima de ti e doe sangue. Sem sangue os hospitais não fazem cirurgias, não podem internar pacientes e nem atender emergências. Doar sangue é doar vida. Faça sua parte!!! Doar sangue não dói, não engorda, não afina o sangue.
Para DOAR SANGUE é necessário:
*Estar em boas condições de saúde;
*Apresentar documento de identidade original ou fotocópia autenticada ou documento equivalente com foto e filiação;
*Ter entre 18 e 65 anos;
*Ter peso mínimo de 50 kg;
*Ter descansado no mínimo 6 horas nas últimas 24 horas;
*Não estar gripado ou com febre;
*Não estar grávida ou amamentando;
*Não ter ingerido bebida alcoólica nas últimas 6 horas.
NÃO poderá doar:
*Quem fez tatuagem, piercing ou tratamento com acupuntura nos últimos 12 meses;
*Portadores de vírus da AIDS, HBV, HCV ou HTLV; (caso você não seja doador e não sabia se é ou não portador de algum vírus mencionado, o Hemocentro faz os exames gratuitos e sob sigilo para você)
*Pessoas que já viveram situações sexuais de risco acrescido;
*Quem possui histórico de doença hematológica, cardíaca, renal, pulmonar, hepática, ato-imune, diabetes, hipertireoidismo, hanseníase, tuberculose, câncer, sangramento anormal, convulsão após os dois anos de idade ou epilepsia, sífilis, doença de *Chagas ou malária;
*Usuários de drogas;
*Medicamentos contra indicados para doação de sangue;
*Anemia;
*Mulheres grávidas não poderão doar sangue.
Como é a doação?
Ao chegar, a pessoa é submetida ao teste de Hemoglobina ou micro-hematócrito (para verificar se doador está com anemia), verificação dos sinais vitais (pressão arterial, batimento cardíaco e temperatura);
A pessoa passa por uma entrevista;
Não havendo problemas, a pessoa estará habilitada à doação;
Depois disso, é oferecido um lanche que deve ser tomado no local e, em seguida, o doador é liberado.
Interessante você saber que:
*A doação não traz risco à saúde;
*Todo material utilizado é descartável;
*Mulher em período menstrual pode doar, desde que não esteja sentindo cólicas, dor de cabeça ou com fluxo muito grande;
*Quem doa sangue uma vez não é obrigado a doar sempre;
*Intervalo mínimo entre as doações:
*Homens - 60 dias e no máximo 4 vezes ao ano;
*Mulheres - 90 dias e no máximo 3 vezes ao ano.
*Doar Sangue não afina nem engrossa o sangue, não engorda nem emagrece, não vicia e faz bem para a conciência.
Disponível em: http://www.anvisa.gov.br/cidadao/sangue/index.htm
Acesso em: 14 jan 2011.
UNIDADES DE HEMOCENTROS NO RIO DE JANEIRO:
INCA - Instituto Nacional do Câncer
Praça Cruz Vermelha, 23
Rio de Janeiro - RJ
CEP: 20230-130
Tel.: (21) 2506-6580
INSTITUTO ESTADUAL DE HEMATOLOGIA ARTHUR DE SIQUEIRA CAVALCANTI - HEMORIO -
Rua Frei Caneca, 8
Rio de Janeiro - RJ
CEP: 20211-030
Tel.: (21) 2332-8611
DISQUE DOE SANGUE: 0800 282 0708
E-mail: doasangue@hemorio.rj.gov.br
Site: www.hemorio.rj.gov.br
MAIS UNIDADES:
Setha Serv de Transfusão Hematologia e Aferese - Rua Judite Maurício Paula, 135 - Teresópolis
(0xx)21 2642-4409
Banco de Sangue Santa Teresa - Rua Paulino Afonso, 477 - Petrópolis
(0xx)24 2244-9667
Banco de Sangue Santa Teresa - Rua Izelino Maduro, 900 - Chácara Paraíso, Nova Friburgo
(0xx)22 2521-2024
Banco de Sangue Rio de Janeiro - Rua Cde Irajá, 183 - Botafogo, Rio de Janeiro
(0xx)21 2527-7300
CTA-Centro de Transfusão e Aferese - Rua Sto Amaro, 80 - Glória, Rio de Janeiro
(0xx)21 2509-3192
Serum Hematologia e Hemoterapia - Rua Riachuelo, 44 - Centro, Rio de Janeiro
(0xx)21 3233-5950
CTS-Centro de Transfusão Sanguínea - PR Da Rosa, 1187 - Tauá, Rio de Janeiro
(0xx)21 2462-3366
Fundação Pró-Instituto de Hematologia - Rua Frei Caneca, 8 - Centro, Rio de Janeiro
(0xx)21 2232-2916
CTS-Centro de Transfusão Sanguínea - Rua Br Tefé - Jd 25 Agosto, Duque de Caxias
(0xx)21 2672-1771
FONTES:
http://www1.inca.gov.br/conteudo_view.asp?ID=2604
http://www.hemorio.rj.gov.br/
http://www.google.com.br/#q=hemocentro+TERESOPOLIS&hl=pt-BR&biw=1362&bih=527&prmd=ivnscm&source=univ&tbs=plcs:1&tbo=u&ei=4X8wTaCVKYSclgfRvPmaCg&sa=X&oi=local_group&ct=more-results&resnum=1&ved=0CCkQtQMwAA&fp=12a59b1057e01711
Acesso em: 14 jan 2011.
POR: Ivete Depelegrim Ribeiro - Estudante de Comunicação Social - Jornalismo - Maceió - AL.
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sexta-feira, 14 de janeiro de 2011
CHUTANDO O BALDE II
O Rio de Janeiro, "bonito por natureza," segundo a música conhecida, hoje é lembrado pela tragédia natural. As abundantes chuvas aliadas com a falta de gestão pública dos governos do passado e presente mataram mais de 250 pessoas, outras tantas estão desaparecidas, outras perderam seus bens queridos sem preço: a família, familiares e amigos, além de seus bens materiais conquistados com o suor de seu sagrado trabalho, atitude e ação que nossos governantes, deputados, senadores em grande maioria desconhece.
A falta de gestão pública fez e faz com que as pessoas habitem áreas perigosas, proibidas e basta com que uma chuva exceda o limite e a tragédia se faz. São anos e anos, décadas e décadas de sucessivas invasões nestas áreas e os governos fechando os olhos mas cobrando todo o tipo de imposto possível e impossível, porém, não revertendo ao menos em cuidados com esta população local que se tem o dever de pagar estes tributos, tem o direito de ser protegido de não morto pelo governo.
O Governo Federal limita-se em ser "solidário" liberando alguns milhões que distribuido como deveria ser pouco resolve e mais, nunca chega a seu destino como é no caso de Santa Catarina e Alagoas.
Tudo isto sabemos, mas o que mais vem me irritando na imprensa é a maneira de como as informações vem sendo veiculadas, mostra-se em demasia o sofrimento das pessoas e não seus reais direitos de cidadão passando a impressão que tudo é culpa da chuva, quando na verdade além da chuva a culpa é dos governos federais, estaduais e municipais desde o passado até a presente data.
Alimentar mídia com dor e sofrimento além de desagradável, não é ético, qualquer jornalista ou editor chefe sabe disto como sabe que seu dever é para com a verdade e não com sensacionalismo.
POR: Ivete Depelegrim Ribeiro - Estudante de Comunicação Social - Jornalismo - Maceió/AL.
A falta de gestão pública fez e faz com que as pessoas habitem áreas perigosas, proibidas e basta com que uma chuva exceda o limite e a tragédia se faz. São anos e anos, décadas e décadas de sucessivas invasões nestas áreas e os governos fechando os olhos mas cobrando todo o tipo de imposto possível e impossível, porém, não revertendo ao menos em cuidados com esta população local que se tem o dever de pagar estes tributos, tem o direito de ser protegido de não morto pelo governo.
O Governo Federal limita-se em ser "solidário" liberando alguns milhões que distribuido como deveria ser pouco resolve e mais, nunca chega a seu destino como é no caso de Santa Catarina e Alagoas.
Tudo isto sabemos, mas o que mais vem me irritando na imprensa é a maneira de como as informações vem sendo veiculadas, mostra-se em demasia o sofrimento das pessoas e não seus reais direitos de cidadão passando a impressão que tudo é culpa da chuva, quando na verdade além da chuva a culpa é dos governos federais, estaduais e municipais desde o passado até a presente data.
Alimentar mídia com dor e sofrimento além de desagradável, não é ético, qualquer jornalista ou editor chefe sabe disto como sabe que seu dever é para com a verdade e não com sensacionalismo.
POR: Ivete Depelegrim Ribeiro - Estudante de Comunicação Social - Jornalismo - Maceió/AL.
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