c., 13 anos, mãe de um bebê de um mês, solteira, F., 14 anos, mãe de um bebê de seis meses, solteira, A.C., 14 anos, mãe de um bebê de cinco meses, solteira e mais vinte meninas.
O que ambas tem em comum além de possuirem a mesma faixa etária, a mesma classe social (baixa, exceto duas da classe A), serem solteiras, terem bebê pequeno, não terem casamento como meta, objetivo, nem tão pouco escolaridade? Todas as entrevistadas são fãs de Sandrinha e Benê, personagens que propõe um conto de fadas ao inverso já que Sandrinha é a menina classe média alta que tem um romance com um traficante assassino, na novela de Manuel Carlos, Viver a Vida, transmitida em horário nobre pela Rede Globo de Televisão.
Segundo as meninas, (são meninas, não podemos negar o fato) Bené é "tudo de bom, lindo, corajoso e "ama" a Sandrinha e ao filho."
Perguntamos se elas engravidaram por falta de informação ou se foi por inspiração causada pela personagem, a resposta foi unâmime, "adoramos a Sandrinha." E justificando: "ela tem coragem de lutar pelo amor dela, não é ligada em dinheiro, é bonita, o Bebê foi a prova de amor."
Diante do exposto perguntamos? O que acontece hoje com nossas crianças?
A resposta é simples elas não tem valores, parâmetros, limites, um apontamento de caminho. Analisemos o exemplo: "Benê ama Sandrinha." Amar quer dizer expor ao perigo que ele vive? Não querer deixar a vida que leva, mesmo estando diante de uma nova possibilidade? Amor agora é sinônimo de mau ao próximo, de egoísmo extremo?
Sandrinha nada tem de bonita a não ser por fora. Por dentro nutre sentimentos diversos como rancor pelo padrasto que denunciou o pseudo marido, um egoísmo exacerbado, pois quando grávida cobrava, inqueria, afrontava a todos, e prejudicava a mãe que cuidava dela com esmero.
Vivemos mais uma crise e não descrevo aqui a crise financeira pois esta aprendemos a lidar com ela diarimente, vivemos a crise da falta de valores, a crise Ética que produz desde a corrupção até a perda da infância dos seres que amamos e que pelos quais somos responsáveis.
Todos afirmam que a Educação Familiar antiga era severa demais. Concordo em partes, no referente a castigos e punições era SIM, mas no quesito VALORES (MORAL) NÃO. A prova está bem ao alcance de nossos olhos, crianças sendo mães embaladas pela ilusão que um bandido que as engravidou e não assumiu, pois mesmo que casem (feito Benê), certos pais não assumem seus atos e possuem o apoio de pais despreparados ou mesmo culpados diante do fato, que ao invés de encaminhar, corrigir, "passam a mão, encobrem, afinal são crianças, apenas crianças inocentes." Não há mais inocência, não há mais crianças e nem valores. Estão extinguindo a Ética e a Moral, colocaram Televisão no lugar delas para substituir e continuar a Alienação que anteriormente era causada pela religião.
Esta crise Ética em que estamos vivendo e com a qual temos dificuldades para lidar pois muitas pessoas confundem Éica ou nem mesmo sabem o que significa esta palavra na prática, é o resultado das ações que uma mídia podre como a nossa transmite para nossas crianças e jovens e que nós como pais, adultos deixamos passar batido, pois trabalhamos dia todo, nos envolvemos com tudo e deixamos nossos filhos de lado. A Escola e Televisão que os Eduque.
Não deve ser assim. Devemos orientar nossas crianças desde a mais tenra idade para serem no futuro adultos felizes e responsáveis pelas suas escolhas e não deixarmos que a televisão, a Internet com seus diversos conteúdos que os induzem ao erro os conduza e depois munidos de mil desculpas darmos um falso apoio a eles. Sim falso apoio, pois não permitindo que assumam seus deslizes infantis (que no caso citado gerou um outro indivíduo) é sim dar um falso apoio e ainda deixarmos implícito que se vier outro deslize que gere outro indivíduo talves até de outro pai, apoiamos. Não apoiamos, na verdade incentivamos e destruimos nossos filhos. É nosso dever colocá-los na Escola, fiscalizarmos atentamente os que o cercam e os orientar para o melhor mesmo que demonstrem resistência. A resistência é natural, mas daí sermos reféns dela sob a chantagem de trauma que pode causar na criança (aí lembram-se que são crianças, mas antes de acontecer algo, nem ligam pra detalhes cruciais, quem é o namorado de minha filha, ela tem 12 anos está brincando de namorar o que há de mau? e por ai vai...), NÃO é o correto.
Qual será o fim de Sandrinha e Bené?
A Rede Globo sabe.
Nós sabemos na vida real como eles acabam. Basta assistir TV, ler um jornal. Só basta sabermos sé é o que desejamos que aconteça a um filho nosso, que está nesta situação ou ainda pode vir a estar.
Mídia mais responsável, pais mais responsáveis com a EDUCAÇÃO GLOBAL DE NOSSAS CRIANÇAS, é o que pode reverter esta Crise Ética.
POR: Ivete Depelegrim Ribeiro - Acadêmica de Comunicação Social - Jornalismo - UNOESC-BJA.
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quinta-feira, 29 de abril de 2010
sábado, 6 de fevereiro de 2010
O PAÍS DOS DOIS PESOS E DAS DUAS MEDIDAS II
EXPLORAÇÃO DO TRABALHO INFANTIL
O que exatamente isto representa em nosso país??? Rapidamente nos vem à cabeça a lembrança das crianças pobres, a partir dos três anos quebrando castanhas, trabalhando no sisal, ferindo as mãozinhas pequeninas e frágeis na captura de caranguejos... para estas, o sensasionalismo da imprensa prega descaradamente ser exploração infantil, mas o que é, o que significa ter crianças da mesma idade trabalhando em novelas, seriados, cinema, desfilando em passarelas??? Não é a mesma coisa porém com o diferencial que estas ganham altos cachês e possuem pais deslumbrados, orgulhosos de seus filhos prodígios, mas tais como a maioria das crianças deste país, a escolaridade fica prejudicada e logicamente a infância, adolescência e a idade adulta comprometidas. Tem muitos exemplos destas ex crianças, hoje adultos que em suas entrevistas afirmam o quanto sofreram por não poder estudar, brincar, divertir-se e que sentem-se frustrados mesmo com o patrimônio e fama conquistadas, as crianças pobres, nem imaginam este mundo...vivem sua rotina de trabalho adulto, insalubre, doloroso.
Se a imprensa brasileira tem um excelente preparo para criticar a exploração absurda das crianças pobres e esquecidas, cujo os pais são frustados e amargurados, sem perspectiva de futuro, (que deixarão como herança maldita marcas incuráveis em seus filhos), que aprendem somente na escola da vida e sempre levando as piores pancadas na alma e no corpo, porque não é capaz de criticar com a mesma veemência, o trabalho das crianças escravas da mídia??? Simples: a resposta já foi dada, estas servem aos veículos de comunicação a terem mais audiência, a continuarem a ser escravos de um sistema dominante que visa manter seu lucro a qualquer custo e a população presa, condicionada, alienada para não indignarem-se com absolutamente nada, muito pelo contrário, levando sempre como natural e nada pode ser mudado, pois é "Vontade Divina," porém esquecem-se que a cada quatro anos são eles "os excluídos, esquecidos" que votam nos canalhas donos do poder e nos neo coronéis da mídia,(o que para eles é o importante) portanto: "Deus ou a Vontade Divina," nada tem a ver com a podridão deste país, deste sistema, nem tão pouco ser culpado por no Brasil até no que refere-se a crianças; DOIS PESOS E DUAS MEDIDAS.
Criança deve divertir-se, estudar, ser bem cuidada EM TODOS OS SENTIDOS e NUNCA SER USADA POR NINGUÉM, MESMO SENDO SEUS PAIS, OU UM CORRUPTO QUALQUER, MENTIROSO, QUE FAZ DA SUA PLATAFORMA DE ELEIÇÃO O COMBATE A ESTE CRIME, PORÉM COM PARCIALIDADE COMO NOSSA PODRE MÍDIA BRASILEIRA.
POR: Ivete Depelegrim Ribeiro - Acadêmica de Comunicação Social - Jornalismo - UNOESC-JBA.
O que exatamente isto representa em nosso país??? Rapidamente nos vem à cabeça a lembrança das crianças pobres, a partir dos três anos quebrando castanhas, trabalhando no sisal, ferindo as mãozinhas pequeninas e frágeis na captura de caranguejos... para estas, o sensasionalismo da imprensa prega descaradamente ser exploração infantil, mas o que é, o que significa ter crianças da mesma idade trabalhando em novelas, seriados, cinema, desfilando em passarelas??? Não é a mesma coisa porém com o diferencial que estas ganham altos cachês e possuem pais deslumbrados, orgulhosos de seus filhos prodígios, mas tais como a maioria das crianças deste país, a escolaridade fica prejudicada e logicamente a infância, adolescência e a idade adulta comprometidas. Tem muitos exemplos destas ex crianças, hoje adultos que em suas entrevistas afirmam o quanto sofreram por não poder estudar, brincar, divertir-se e que sentem-se frustrados mesmo com o patrimônio e fama conquistadas, as crianças pobres, nem imaginam este mundo...vivem sua rotina de trabalho adulto, insalubre, doloroso.
Se a imprensa brasileira tem um excelente preparo para criticar a exploração absurda das crianças pobres e esquecidas, cujo os pais são frustados e amargurados, sem perspectiva de futuro, (que deixarão como herança maldita marcas incuráveis em seus filhos), que aprendem somente na escola da vida e sempre levando as piores pancadas na alma e no corpo, porque não é capaz de criticar com a mesma veemência, o trabalho das crianças escravas da mídia??? Simples: a resposta já foi dada, estas servem aos veículos de comunicação a terem mais audiência, a continuarem a ser escravos de um sistema dominante que visa manter seu lucro a qualquer custo e a população presa, condicionada, alienada para não indignarem-se com absolutamente nada, muito pelo contrário, levando sempre como natural e nada pode ser mudado, pois é "Vontade Divina," porém esquecem-se que a cada quatro anos são eles "os excluídos, esquecidos" que votam nos canalhas donos do poder e nos neo coronéis da mídia,(o que para eles é o importante) portanto: "Deus ou a Vontade Divina," nada tem a ver com a podridão deste país, deste sistema, nem tão pouco ser culpado por no Brasil até no que refere-se a crianças; DOIS PESOS E DUAS MEDIDAS.
Criança deve divertir-se, estudar, ser bem cuidada EM TODOS OS SENTIDOS e NUNCA SER USADA POR NINGUÉM, MESMO SENDO SEUS PAIS, OU UM CORRUPTO QUALQUER, MENTIROSO, QUE FAZ DA SUA PLATAFORMA DE ELEIÇÃO O COMBATE A ESTE CRIME, PORÉM COM PARCIALIDADE COMO NOSSA PODRE MÍDIA BRASILEIRA.
POR: Ivete Depelegrim Ribeiro - Acadêmica de Comunicação Social - Jornalismo - UNOESC-JBA.
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terça-feira, 8 de dezembro de 2009
O PAÍS DA CORRUPÇÃO É O PAIS DO CARNAVAL E INFELIZMENTE DA MÍDIA COMPRADA
Jorge Amado, escritor baiano, deputado cassado pela ditadura, escreveu O País do Carnaval, onde ele faz uma leitura crítica da Sociedade da época (1931), mas que ao lermos o livro nos deparamos com nossa atual conjuntura e porque não dizer, um pouco pior.
No livro o escritor demonstra a realidade de pessoas vazias, sem futuro e que apenas pensam no carnaval para esquecer seus problemas. Em 1931 os meios de comunicação não eram massivos no Brasil, apenas algumas rádios funcionavam, o que é diferente na atualidade, hoje a televisão está presente em quase todos os lares brasileiros.
Surge agora mais um escândalo político, desvio de dinheiro público, dinheiro na meia e na (outra vez?) cueca, enriquecimento ilícito por parte de quem foi eleito para governar em nome do povo.
Mas e a mídia??? Onde está a mídia???
Divulgando algumas notas, dizendo-se imparcial, mas totalmente parcial a favor do seu interesse privado, cumprindo com exatidão a sua agenda e desviando o foco da verdade. Ela não aponta, não comenta, não investiga, não arrisca suas conquistas. Está certa. Afinal, por que arriscar a amizade do "cumpadi" que permitiu que ela funcionasse???
Ao povo é melhor dar o "pão e circo" ou seja, carnaval, futebol, Copa do Mundo, Olimpíada, amor bandido na novela do horário nobre, incentivar patéticamente meninas a serem fantásticas na programação de domingo falando "a garota do hot dog (out door) precisa ajudar a família." Por que não incentivam estas meninas a participarem de um programa destes valendo uma bolsa de estudos integral em uma boa Universidade??? Simples... para que??? ao país serve muito mais meninas como estas falando o português errado e criticando apenas o cabelo da rival, esta nunca ameaçará a ninguém do poder. Perfeito!!! a hegemonia, o monopólio da mídia e seu neo coronelismo midiático estarão a salvo e haverão de permanecer.
Churchill estava certo: definitivamente este não é um país sério. É o país da corrupção, dos ladrões sempre impunes do dinheiro público, dos traficantes que financiam os governos, das intermináveis filas nos postos de saúde e hospitais, das crianças sem escola, do trabalhador sem segurança pública decente, da mídia comprada que pouco de bom acrescenta ao crescimento humano, mantendo-o vazio e sem futuro, bem igual ao conteúdo do livro de Jorge Amado, buscando esperança no carnaval, futebol, o enriquecimento fácil no aqui e agora sem esforço, não tendo senso crítico para avaliar nem ao menos o que é um amor bandido e suas conseqüências.
O povo precisa sim mudar, os governos também, mas sem dúvidas, a mídia precisa de mudanças que façam dela um instumento de Educação Social e não de incentivo à bandidagem seja do traficante ou do sujeito que esconde dinheiro na cueca.
POR: Ivete Depelegrim Ribeiro - Estudante de Comunicação Social - Jornalismo - UNOESC-JBA.
No livro o escritor demonstra a realidade de pessoas vazias, sem futuro e que apenas pensam no carnaval para esquecer seus problemas. Em 1931 os meios de comunicação não eram massivos no Brasil, apenas algumas rádios funcionavam, o que é diferente na atualidade, hoje a televisão está presente em quase todos os lares brasileiros.
Surge agora mais um escândalo político, desvio de dinheiro público, dinheiro na meia e na (outra vez?) cueca, enriquecimento ilícito por parte de quem foi eleito para governar em nome do povo.
Mas e a mídia??? Onde está a mídia???
Divulgando algumas notas, dizendo-se imparcial, mas totalmente parcial a favor do seu interesse privado, cumprindo com exatidão a sua agenda e desviando o foco da verdade. Ela não aponta, não comenta, não investiga, não arrisca suas conquistas. Está certa. Afinal, por que arriscar a amizade do "cumpadi" que permitiu que ela funcionasse???
Ao povo é melhor dar o "pão e circo" ou seja, carnaval, futebol, Copa do Mundo, Olimpíada, amor bandido na novela do horário nobre, incentivar patéticamente meninas a serem fantásticas na programação de domingo falando "a garota do hot dog (out door) precisa ajudar a família." Por que não incentivam estas meninas a participarem de um programa destes valendo uma bolsa de estudos integral em uma boa Universidade??? Simples... para que??? ao país serve muito mais meninas como estas falando o português errado e criticando apenas o cabelo da rival, esta nunca ameaçará a ninguém do poder. Perfeito!!! a hegemonia, o monopólio da mídia e seu neo coronelismo midiático estarão a salvo e haverão de permanecer.
Churchill estava certo: definitivamente este não é um país sério. É o país da corrupção, dos ladrões sempre impunes do dinheiro público, dos traficantes que financiam os governos, das intermináveis filas nos postos de saúde e hospitais, das crianças sem escola, do trabalhador sem segurança pública decente, da mídia comprada que pouco de bom acrescenta ao crescimento humano, mantendo-o vazio e sem futuro, bem igual ao conteúdo do livro de Jorge Amado, buscando esperança no carnaval, futebol, o enriquecimento fácil no aqui e agora sem esforço, não tendo senso crítico para avaliar nem ao menos o que é um amor bandido e suas conseqüências.
O povo precisa sim mudar, os governos também, mas sem dúvidas, a mídia precisa de mudanças que façam dela um instumento de Educação Social e não de incentivo à bandidagem seja do traficante ou do sujeito que esconde dinheiro na cueca.
POR: Ivete Depelegrim Ribeiro - Estudante de Comunicação Social - Jornalismo - UNOESC-JBA.
terça-feira, 27 de outubro de 2009
A MÍDIA É DO POVO
Herbert de Souza, ou simplesmente Betinho, grande Sociólogo que infelizmente nos deixou tão prematuramente, afirmou: "o termômetro que mede a democracia numa sociedade, é o termômetro que mede a participação dos cidadão na comunicação."
Temos visto em algum lugar da imprensa isto acontecer? NÃO. A imprensa, a mídia não interessa expor fatos relevantes em que os verdadeiros donos dela, digam o que pensam.
Ao contrário deo que muitos acham e pensam, a mídia não tem "donos", os verdadeiros proprietários somos todos nós, pois a concessão de uma rádio, televisão ou jornal, é PÚBLICA. Sendo pública, é nossa, é do cidadão brasileiro que paga seu imposto trabalhando seis meses para isto, que deveria estar dizendo o que pensa sobre seu vereador, prefeito, deputado, presidente e não de algumas famílias detentoras dos canais da imprensa manipulando fatos e notícias para demonstrar um país democrático, próspero. Nosso país não é democrático e próspero somente se for para alguns privilegiados da alta classe, incluindo nossos nobres políticos que tem suas contas básicas e não básicas pagas por nós e os narcotraficantes que além de causar a barbárie, financiam muitos "cumpadis da política" Brasil a fora, por isto o silêncio da mídia e a "impotência política" para acabar com o crime organizado.
A mídia é do povo, e quando este tão sofrido povo tiver a certeza do seu Direito de poder entrar em uma televisão ou rádio e falar o que sente e pensa, muita haverá de se mudar... pode demorar, mas como estudante de Comunicação Social - Jornalismo cheia de esperança, eu acredito neste dia, mesmo ciente da dificuldade imposta por um sistema dominador e déspota, onde o dinheiro e o lucro sempre falam mais alto, possuem a maior voz.
Está nos Direitos Humanos, número 19, COMUNICAÇÃO É DIREITO DE TODOS. E o PHd Dr. Pedrinho Guareschi em sua palestra nos disse: " a Comunicação é tão essencial que deve vir contida na cesta básica."
Eu vou sempre acreditar no que acabei de escrever.
POR: Ivete Depelegrim Ribeiro - Estudante de Comunicação Social - 4ª Fase - Jornalismo.
Temos visto em algum lugar da imprensa isto acontecer? NÃO. A imprensa, a mídia não interessa expor fatos relevantes em que os verdadeiros donos dela, digam o que pensam.
Ao contrário deo que muitos acham e pensam, a mídia não tem "donos", os verdadeiros proprietários somos todos nós, pois a concessão de uma rádio, televisão ou jornal, é PÚBLICA. Sendo pública, é nossa, é do cidadão brasileiro que paga seu imposto trabalhando seis meses para isto, que deveria estar dizendo o que pensa sobre seu vereador, prefeito, deputado, presidente e não de algumas famílias detentoras dos canais da imprensa manipulando fatos e notícias para demonstrar um país democrático, próspero. Nosso país não é democrático e próspero somente se for para alguns privilegiados da alta classe, incluindo nossos nobres políticos que tem suas contas básicas e não básicas pagas por nós e os narcotraficantes que além de causar a barbárie, financiam muitos "cumpadis da política" Brasil a fora, por isto o silêncio da mídia e a "impotência política" para acabar com o crime organizado.
A mídia é do povo, e quando este tão sofrido povo tiver a certeza do seu Direito de poder entrar em uma televisão ou rádio e falar o que sente e pensa, muita haverá de se mudar... pode demorar, mas como estudante de Comunicação Social - Jornalismo cheia de esperança, eu acredito neste dia, mesmo ciente da dificuldade imposta por um sistema dominador e déspota, onde o dinheiro e o lucro sempre falam mais alto, possuem a maior voz.
Está nos Direitos Humanos, número 19, COMUNICAÇÃO É DIREITO DE TODOS. E o PHd Dr. Pedrinho Guareschi em sua palestra nos disse: " a Comunicação é tão essencial que deve vir contida na cesta básica."
Eu vou sempre acreditar no que acabei de escrever.
POR: Ivete Depelegrim Ribeiro - Estudante de Comunicação Social - 4ª Fase - Jornalismo.
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